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Wellington Dias e Rafael Fonteles participam de evento em Teresina e evitam se falar

Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael.

Há quem diga que está tudo bem entre Wellington Dias e o governador do Piauí, Rafel Fonteles(PT). O assunto em pauta ainda é a escolha do vice de Rafael nas próximas eleições de 2026. Em meio às articulações, o ministro Wellington Dias (PT) reafirmou a confiança no diálogo e na construção coletiva como caminho para superar os impasses em torno da indicação do vice de Rafael Fonteles.

Em declaração dada nesta segunda (02), durante evento de entrega de vans na Alepi. Wellington dias usou um tom conciliador e ressaltou que o processo não se resume a nomes, mas à necessidade de garantir equilíbrio entre as forças políticas que compõem a base. governista.

“Sou o mesmo Wellington Dias, acreditando no diálogo, no entendimento. Acreditando nesta força que é a nossa união”, afirmou. Segundo o ministro, a prioridade é assegurar que todos os partidos da base se sintam representados na construção da chapa. “É preciso que o time se sinta contemplado. Somos um grupo político de 11 partidos. Olha o tamanho da responsabilidade em um país com tantas divergências você reunir 11 partidos com líderes e histórias e pensamentos diferentes”, disse.

Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael - (Assis Fernandes / O DIA)

Questionado sobre um possível fechamento da questão, o ministro destacou que as conversas continuam abertas, envolvendo os partidos, o governador e os municípios. A necessidade do momento, segundo Dias, é manter o sentimento de união. Sobre colocar o próprio nome à disposição, ele lembrou que o mandato como senador segue até 2030 e que tem feito um trabalho “honrado” como ministro do Desenvolvimento Social.

Concessões

A definição do vice de Rafael Fonteles tem sido um dos principais pontos de tensão dentro da base aliada. Wellington Dias reafirmou que a questão envolve o equilíbrio entre três partidos de peso no cenário político brasileiro (Partido dos Trabalhadores, MDB e PSD) e exige concessões recíprocas.

“Não pense que é fácil você ter um partido como o MDB, liderado pelo senador Marcelo Castro, que tem assento na executiva nacional, e aceitar, por uma estratégia para uma vitória importante, se fundir com o PSD, assim como outros partidos. Para poder acontecer, cada lado vai abrindo mão. É assim que se faz o entendimento”, disse o ministro Wellington Dias.

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