Teresinenses já dizem que a CPI da Equatorial não passa de mais uma vitrine para alguns deputados. As suspeitas se somam ainda mais agora que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga os maus serviços prestados pela empresa, pode não dar em nada. O presidente da CPI, deputado Evaldo Gomes (Solidariedade), apresentou requerimento, lido na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí desta quinta-feira (29), solicitando a prorrogação da comissão por mais 60 dias, a fim de concluir o relatório final.
O presidente da Equatorial Piauí, Hélio Rafael Filho, empresa responsável pela distribuição de energia elétrica no estado, afirmou que a companhia já investiu pelo menos R$ 2 bilhões no Piauí. Ele foi convocado nesta quarta-feira (28) para ser ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), que apura denúncias sobre a prestação de serviços à população piauiense.

A CPI foi instalada no dia 3 de abril deste ano para apurar a má prestação de serviços pela Equatorial Piauí.
“Ressalte-se que essas falhas no fornecimento de energia elétrica ensejam relevantes prejuízos a diversos setores da economia, que vão desde matérias-primas e suprimentos perdidos, até problemas com armazenamento. Na zona rural, a ausência de continuidade da energia impede o abastecimento de localidades carentes com água de poço”, disse Evaldo Gomes.
Veja o que diz o presidente da CPI da Equatorial, Evaldo Gomes:
O relator da CPI é o deputado Nerinho (PT), responsável pelo relatório final.
Nos bastidores e corredores de conversas de gente de alta patente no estado, dão conta que essa CPI da Equatorial não tem força para interferir na gestão ou prestação de serviços da Equatorial no Piauí. Ou seja, não vai dar em nada.
Veja o vídeo com o presidente da Equatorial Piauí:



