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Piauí

Servidores da Ufpi param atividades para fazer campanha em favor do PT de Haddad

Servidores da Universidade Federal do Piauí decidiram convocar uma paralisação por dois dias, nesta quinta e sexta-feira, dias 25 e 26, segundo eles, para defender autonomia universitária e conquistas obtidas durante os governos Lula e Dilma.

Pretendem fazer uma mobilização social em favor do candidato Fernando Haddad, ou Fernando Maldade, do PT, para garantir a continuidade dessas conquistas, na interlocução com a população, o que, na verdade, seria uma movimentação contrária ao candidato Jair Bolsonaro, do PSL.

No Rio Grande do Sul, o juiz eleitoral Rômulo Pizollati proibiu elementos inúteis como Guilherme Boulos e Maria do Rosário de usar a instituição federal de ensino em Porto Alegre para esse fim espúrio.

Em outras capitais, a justiça também se manifestou da mesma maneira. Como será que a justiça eleitoral vai se manifestar no Piauí? Ou não se manifestará?

A gente está cansado de saber que uma parte considerável dos servidores da universidade está vinculada aos sindicatos de esquerda, e que esses sindicatos, por sua vez, se vinculam ao PT e ao PC do B, e mais que isso, toda essa coisa horrenda que está em curso nesses dois dias significa, de fato, o aparelhamento das instituições colocado em prática nos anos negros de dominação do PT de Lula e Dilma no poder.

Na prática, não houve conquistas, e se houve algum avanço, os retrocessos foram muito maiores, a educação, por exemplo, não andou para a frente, basta que se peça a um estudante universitário, dos dias atuais, para fazer uma pequena redação de dez linhas, para ver a qualidade do texto, se ele conseguir, será um milagre.

Ademais, estamos diante de um crime de lesa-pátria, centenas de servidores deixando seus postos de trabalho, parando as universidades federais para fazer política em favor de um partido que acabou com o país, que gerou uma legião de 14 milhões de desempregados, que provocou  o fechamento de 260 mil empresas, que provocou um rombo de R$ 47 bilhões nas contas públicas através de desvios de recursos nos maiores escândalos de corrupção de toda a história.

Basta ver que toda a cúpula da administração do partido está na cadeia. E aqueles que ainda não se encontram atrás das grades estão exatamente em sua direção. Infelizmente, os servidores das universidades não lutam em defesa do ensino público. Se o fizessem, teriam se mobilizado quando a senhora Dilma, na presidência, fez um corte lamentável de R$ 10,5 bilhões nos recursos destinados às universidades em 2016.

Eles lutam a favor da corrupção, contra a Lava Jato, contra a atuação brilhante do juiz Sérgio Moro e, mais ainda, contra esse novo Brasil que surge das urnas, um Brasil vibrante, que se pretende lúdico e capaz de ressurgir das próprias cinzas; não esse Brasil infame que aparelha uma universidade  forçando a mesma a atribuir a um dos mais notórios ladrões do mundo um título imerecido de doutor honoris causa.

Isso é coisa de vigarista de quinto mundo.

Veja o ofício:

Fonte: Toni Rodrigues

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