Antônio José Lira culpa Markim Costa pelo arquivamento do PL dos ambulantes
Câmara de Teresina rejeita mais uma vez o projeto dos ambulantes em praça pública
A Câmara Municipal de Teresina mais uma vez o recurso apresentado pelo vereador Antônio José Lira (Republicanos), líder do prefeito, e arquivou o projeto de lei que visava regulamentar a atividade dos ambulantes no Centro da cidade, e permitir que retomassem suas vendas nas vias públicas da capital, na manhã desta terça-feira (31/10).
| Votaram a favor | Votaram contra |
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O presidente da Câmara, Enzo Samuel (PDT), saiu em defesa do regimento da Casa, além de toda articulação que fez com o líder do prefeito vereador Antônio José Lira (Republicanos), e disse que respeitará a decisão do Poder Judiciário, se esse for o caso. Para o parlamentar, os questionamentos feitos pela base, geram prejuízos para o processo democráticos que envolvem os projetos da Casa.
Antônio José Lira, líder do prefeito na Câmara, não poupou o vereador Markim Costa, que segundo ele, o vereador têm SAAD, cargos na prefeitura e na hora de ajudar com o voto, viaja no momento importante para a gestão do prefeito Dr Pessoa. No mesmo vídeo o vereador Venâncio Cardoso, presidente da Comissão de Legislação e Justiça da Câmara, mandou um recado para o prefeito Dr Pessoa. Para ele ficar calmo que ainda tem um ano de mandato e essa troca de farpas não seria bom para ele, prefeito, e para vereadores e a cidade.
Veja o veja o vídeo com Antônio José Lira e Venâncio Cardoso:
Veja o vídeo com o presidente da Câmara, Enzo Samuel:
As discussões no plenário da Câmara Municipal foram acaloradas, com vereadores debatendo questões regimentares momentos antes da votação. Houve desacordo sobre a quantidade de votos necessários para aprovar o parecer com base no Regimento Interno da CMT. O presidente da Câmara, Vereador Enzo Samuel, destacou que, ao buscar a judicialização, os vereadores podem estar tentando enfraquecer o próprio plenário e ressaltou que o regimento não foi desrespeitado em momento algum.
O projeto em questão havia sido motivo de polêmica e já havia sido reprovado pela Comissão de Legislação e Justiça da Câmara Municipal no dia 17 de outubro. A matéria buscava regularizar a situação dos vendedores ambulantes na capital e estava no centro de debates acalorados entre os vereadores.



