Teresina fica em 1º lugar no Twitter durante greve no transporte público
Os internautas criticam o prefeito Dr Pessoa e cobram uma solução quanto ao impasse envolvendo o transporte coletivo em Teresina. "A população está sem transporte público, saúde, educação e moradia", lamentou um internauta.

Foto: Reprodução / Twitter

Teresina foi parar no 1º lugar no trending topics do Twitter na manhã desta terça-feira (22). Internautas levantaram a tag #SOSTeresina no segundo dia de greve dos motoristas e cobradores do transporte coletivo da cidade.
Os internautas criticam o prefeito Dr Pessoa e cobram uma solução quanto ao impasse envolvendo o transporte coletivo em Teresina. “A população está sem transporte público, saúde, educação e moradia”, lamentou um internauta.
Confira algumas publicações:
Greve no transporte coletivo
Os motoristas e cobradores do transporte coletivo da capital iniciaram na segunda-feira (21) uma nova greve por tempo indeterminado. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintetro), 100% da frota está ,parada na manhã desta terça-feira, 22, e os trabalhadores seguem em manifestações na porta das garagens.
O presidente do Sintetro, Antônio Cardoso, explicou que a categoria quer que os empresários assinem a convenção coletiva, que está há três anos sem ser firmada, com reposição salarial e o retorno de benefícios como o plano de saúde e tíquete de alimentação.
Já na noite de segunda (21), a desembargadora Liana Chaib, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), determinou que durante a greve dos motoristas e cobrados do transporte coletivo em Teresina deve haver a circulação de 80% da frota de ônibus nos horários de pico e 60% nos horários de entrepico. O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintetro) deve ser notificado ainda na manhã de hoje (22) sobre a decisão judicial, que estabelece multa diária de R$ 50 mil, em caso de descumprimento.
A desembargadora Liana Chaib devia intervir também na questão entre empresários e trabalhadores. Pois eles também estão sendo prejudicados pela falta de acordos coletivos que se arrastam desde de 2019.
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